Petição Pública contra o Burnout

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trabalhadores

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Petice adresovaná: trabalhadores

A síndrome de Burnout, em 2019, causou a morte de 3 professores enquanto estavam a trabalhar. De acordo com a FENPROF, estas 3 mortes ocorreram devido à exaustão e desgaste extremo causados pela sobrecarga de trabalho.
Após o estudo do problema, decidimos propor medidas para reduzir o número de casos de Burnout, que tem sido crescente ao longo dos anos.
A redução de horas de trabalho e flexibilidade no horário, é uma das propostas que irá ajudar a combater os sintomas da doença. Devido à pandemia, os trabalhadores começaram a fazer teletrabalho, o que proporcionou um ambiente mais agradável e relaxado e uma maior satisfação ao trabalhar.
Também já foi provado que o exercício físico regular contribui para uma melhor saúde e redução dos níveis de stress, o que pode levar a maior felicidade fora das horas de trabalho. Logo, a atribuição de passes mensais de ginásios e Health Clubs será uma das nossas propostas.

Odůvodnění

De acordo com o estudo feito em 2016 pela Associação de Psicologia da Saúde Ocupacional, 17,3% dos trabalhadores portugueses sofrem de Burnout, um aumento considerável em relação a 2008, quando eram apenas 9%.
Em maior detalhe, são mais de 87% os trabalhadores portugueses que afirmam não se sentirem recompensados pela sua ocupação profissional e 86% declaram ocasiões de stress no trabalho. Segundo o Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), metade dos professores portugueses sofrem de Burnout. No ramo da saúde, entre 2011 e 2013, foram 21,6% os profissionais que revelaram Burnout moderado e 47,8% Burnout elevado.

Informace o petici

Petice byla zahájena: 07.05.2021
Sbírka končí: 06. 07. 2021 23:59 GMT+1
Kraj : Portugalsko
kategorie : Zdraví

zprávy

  • Esta é uma dica da equipa editorial da openPetition:

    Esta petição está em conflito com onto1.4 dos Termos e Condições para petições permitidas.

    Favor acrescentar fontes (link/URL) para as seguintes declarações:
    "De acordo com o estudo feito em 2016 pela Associação de Psicologia da Saúde Ocupacional, 17,3% dos trabalhadores portugueses sofrem de Burnout, um aumento considerável em relação a 2008, quando eram apenas 9%.

    Em maior detalhe, são mais de 87% os trabalhadores portugueses que afirmam não se sentirem recompensados pela sua ocupação profissional e 86% declaram ocasiões de stress no trabalho. Segundo o Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), metade dos professores portugueses sofrem de Burnout. No ramo da saúde, entre 2011 e 2013, foram 21,6% os profissionais que revelaram Burnout moderado e 47,8% Burnout elevado."

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